Os argentinos devem comer mais carne bovina em cinco anos em 2023, estendendo o reinado do país como o número 1 em consumo per capita de carne, apesar do doloroso impacto da inflação de 109% nos preços dos alimentos, diz um relatório. troca na sexta.

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O maior produtor de carne bovina do mundo, onde os chamados “assados” são uma parte fundamental da cultura culinária e churrascarias pontilham as ruas da cidade, viu o consumo de carne bovina cair nos últimos anos, com os preços subindo e os clientes mudando para frango e porco mais baratos.

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No entanto, isso parece estar se revertendo parcialmente, mesmo diante de algumas das maiores inflações do mundo, que prejudicaram gravemente o poder de compra. Analistas esperam que a inflação chegue a 130% até o final do ano.

“Apesar de tudo, o tradicional churrasco continua sendo um dos pilares da tradição gastronômica local e obrigatório na maioria das mesas argentinas”, disse a bolsa, acrescentando que o consumo de carne bovina deve ser de 53,1 quilos por pessoa este ano.

A bolsa disse que os custos relativos da carne bovina, suína e de frango diminuíram desde 2021, embora permaneçam elevados em relação à média histórica. Os salários brutos também foram ligeiramente superiores aos de 2021, embora novamente inferiores às médias históricas.

A participação da carne bovina no consumo de carne aumentou para 46% este ano, de 44% há dois anos. No entanto, a quantidade e a participação da carne bovina ainda estão bem abaixo dos máximos de cerca de 68 kg por cabeça e mais de 70% nas últimas duas décadas.

O recente aumento de dados ressalta a importância da carne bovina na cultura argentina, mesmo quando a maior taxa de inflação desde 1991 mergulhou cerca de 40% da população na pobreza.

Fonte: UOL

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